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Gerador de progressões de acordes online

Escolha a tônica e a escala no círculo abaixo e aparecem seis progressões clássicas naquele tom, cada uma pronta para tocar. Sem cadastro e sem resultado aleatório que ninguém pediu: exatamente as seis que sustentam boa parte da música gravada.

Esta página faz parte do guia de progressões de acordes.

Escolha uma tônica e ative as notas de uma escala no círculo acima: as progressões aparecem abaixo e podem ser ouvidas.
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Qualquer tom na hora

Mova a tônica e as seis vão junto. Os algarismos romanos permanecem e os nomes dos acordes seguem o tom escolhido.

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Ouvir antes de escolher

Cada progressão toca ali mesmo. Ler «I–V–vi–IV» diz pouco; ouvi-la no seu tom resolve em segundos.

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Além de maior e menor

Os acordes nascem sobre os graus da escala escolhida: dórico ou pentatônica dão o próprio conjunto, não um maior transposto.

Como funciona

Não há sorteio. O painel traz seis progressões apontadas na pesquisa de mercado como as mais usadas: o eixo I–V–vi–IV, a cadência autêntica I–IV–V–I, o ii–V–I do jazz, o turnaround I–vi–ii–V, o doo-wop I–vi–IV–V e o eixo menor vi–IV–I–V. Cada uma é encaixada nos graus da escala definida no círculo: muda a tônica e as seis se deslocam, muda a escala e os acordes são reconstruídos.

Abrir mão de um gerador aleatório foi decisão deliberada. Produzir uma sequência qualquer é fácil e quase nunca útil; estas seis reaparecem há décadas porque resolvem de um jeito que quem ouve já reconhece. O que poupa tempo é tê-las no seu tom, com som, num gesto só.

Campo harmônico e o que a ferramenta não faz

As seis progressões são construídas dentro do campo harmônico do tom escolhido, isto é, sobre os sete acordes que aquela tonalidade oferece. Por isso mudar a escala não transpõe a mesma coisa: reconstrói os acordes sobre outros graus, e o resultado soa diferente por natureza e não por altura.

O que o painel não faz é ouvir a sua melodia. Se você já tem um tema e quer acordes ajustados àquelas notas, o trabalho é o inverso e mora no estúdio: lá a harmonia é escolhida para o que você realmente escreveu, e é por isso que a mesma melodia aceita várias respostas igualmente válidas.

No violão e no teclado

No violão o caminho prático é pôr a tônica num tom com acordes abertos — dó, sol, ré, lá ou mi —, pegar a progressão que servir e usar capotraste se a voz pedir outra altura. O painel dá nomes de acordes e não desenhos, então qualquer uma das seis funciona com as posições que você já sabe.

No teclado serve principalmente para testar qual tom cai melhor sob a mão. A mesma progressão em ré bemol e em ré se comporta de forma bem diferente para os dedos, embora soe a um semitom de distância. Ouvir as duas leva segundos; reescrever depois leva muito mais.

Da progressão à música

Escolha uma, deixe girar duas vezes e cantarole por cima. O ciclo é curto de propósito, porque é assim que as músicas nascem: os mesmos quatro acordes sob uma melodia que muda dão verso e refrão. Se depois de algumas voltas não vier nada, troque a tônica em vez da progressão — a mesma sequência em outro tom costuma destravar uma frase.

Quando algo aparecer, leve para o estúdio. Lá você escreve a melodia na pauta, mantém a progressão embaixo, troca o compasso que não funciona e ouve baixo e harmonia juntos. É a partir daí que o ciclo deixa de ser exercício e vira peça.

Por que seis e não cem

Uma lista maior é pior, não melhor. A maioria das progressões publicadas são variantes destas seis: um acorde final trocado, um quarto grau emprestado do menor, uma inversão no baixo. Começar pela variante esconde a forma que está por baixo.

A outra razão é prática. Cem opções são um cardápio, e cardápio convida a folhear; seis se ouvem inteiras em um minuto e se escolhem de verdade. A ferramenta deve terminar com você tocando algo, não com você tendo lido uma lista.

Para onde ir agora

Cada acorde que o gerador propõe tem página própria no catálogo de acordes: digitação, inversões, onde aparece. No caminho inverso, se os acordes já existem e falta o tom, use o descobridor de tom.

Perguntas frequentes

Como funciona o gerador de progressões?

Ele encaixa seis progressões clássicas na escala definida no círculo. Mudar a tônica desloca as seis, mudar a escala reconstrói os acordes, e cada uma toca ali mesmo.

As progressões são aleatórias?

Não, e é proposital. Uma sequência qualquer é fácil de produzir e raramente útil; estas seis voltam sempre porque resolvem de forma reconhecível.

Dá para achar os acordes da minha melodia?

Aqui não: esse é o trabalho inverso e fica no estúdio, onde a harmonia é escolhida para as notas que você escreveu.

Serve para violão?

Serve. Ponha a tônica num tom com acordes abertos, pegue a progressão que servir e use capotraste se precisar. O painel dá nomes, não desenhos.

Por que só seis progressões?

Porque quase todas as outras são variantes delas. Sabendo onde as seis caem em um tom, as variantes viram escolha em vez de busca.

Levar a progressão para o estúdio

Achou uma que funciona? Abra o estúdio, ponha uma melodia por cima e deixe baixo e harmonia entrarem por baixo.