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Diminuta tom-semitom

Simétricas

Esta escala também é conhecida por outros nomes: Octatonic WH.

8 notasIntervalos:2 - 1 - 2 - 1 - 2 - 1 - 2 - 1

Sobre Diminuta tom-semitom

A escala diminuta tom-semitom é dó, ré, mi bemol, fá, sol bemol, lá bemol, lá, si: oito notas alternando tons e semitons a começar pelo tom.

A escala que pertence ao acorde diminuto

Empilhando terças a partir da tônica sai dó, mi bemol, sol bemol e lá: um acorde de sétima diminuta, quatro notas separadas por terças menores. A ele pertence um grau sim, outro não, e as quatro notas do meio — ré, fá, lá bemol e si — entram como nona, décima primeira, décima terceira bemol e sétima maior.

Dar uma escala ao acorde de sétima diminuta custa mais do que parece, porque o acorde divide a oitava em partes iguais e não tem fundamental evidente. Esta escala responde pela própria construção: é a única coleção de oito notas em que as do acorde e as de passagem se alternam uma a uma.

O tom primeiro, e daí decorre todo o resto

As duas escalas diminutas nascem de alternar os mesmos dois intervalos, então a ordem decide tudo. Começar por um tom põe o mi bemol a uma terça menor da tônica, e a sonoridade de tônica sai diminuta em vez de dominante.

Começar por um semitom dá dó, ré bemol, mi bemol, mi, sol bemol, sol, lá, si bemol, onde a terça é maior e o acorde é uma sétima dominante. As coleções agem como uma família e as duas escalas são rotações uma da outra, mas quem escolhe entre elas escolhe qual acorde está embaixo.

Onde o acorde diminuto de fato aparece

A maioria dos acordes diminutos é, na prática, acorde de passagem: fica entre dois acordes a distância de um tom e liga os dois, como dó, dó sustenido diminuto, ré menor. É para esse instante que a escala existe — o acorde diminuto soa e a melodia precisa de oito notas de acordo com ele, e não com a tonalidade.

O outro caso comum é o acorde diminuto no lugar de uma dominante. Ali costuma servir melhor a escala semitom-tom, porque o ouvido ainda escuta função dominante; esta convém ao acorde diminuto que significa o que diz.

Três coleções, quatro tônicas cada

Lida para cima: tom, semitom, tom, semitom, tom, semitom, tom, semitom. O desenho se fecha depois de uma terça menor, então transpor a escala três semitons a reproduz exatamente, e as tom-semitom de dó, mi bemol, sol bemol e lá contêm as mesmas oito notas.

Entre as doze tônicas existem portanto só três coleções distintas, e qualquer acorde de sétima diminuta pega uma delas. Aprender três formas cobre todos os acordes diminutos que há: é a recompensa prática da simetria.

Como estudar sem contar

Contar a alternância é lento e dá erro. Sai mais rápido montar a escala com dois acordes de sétima diminuta a distância de um tom: dó, mi bemol, sol bemol, lá e ré, fá, lá bemol, si; entrelaçados dão a escala exata.

Na guitarra essa mesma simetria deixa subir um trecho três casas e continuar dentro da escala, então uma posição cobre o braço inteiro. Arpejos diminutos são a entrada mais curta e transmitem o som melhor do que percorrer a escala de cima a baixo.

Perguntas frequentes

Quais notas ela tem em dó?

Dó, ré, mi bemol, fá, sol bemol, lá bemol, lá e si. Os passos alternam tom e semitom começando pelo tom.

Em que acorde se usa?

Num acorde de sétima diminuta: dó, mi bemol, sol bemol, lá. As demais notas agem como nona, décima primeira, décima terceira bemol e sétima maior.

Qual a diferença para a semitom-tom?

O intervalo inicial. Tom-semitom dá terça menor e acorde diminuto; semitom-tom dá terça maior e acorde dominante.

Quantas escalas diminutas diferentes existem?

Três. Como o desenho se repete a cada terça menor, quatro tônicas dividem cada coleção.

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